in

Após colecionar declarações ofensivas ao vivo, Ministério Público avalia pedido de prisão de Sikêra Jr.

Mais uma vez, o jornalista e apresentador Sikêra Júnior, âncora do jornal Alerta Nacional, da RedeTV, se envolveu em um caso de homofobia.

Há pouco tempo, Sikêra havia feito declarações bastante ofensivas ao público LGBTQI+, durante uma transmissão ao vivo em seu programa, ao comentar um crime cometido por um casal de duas mulheres, ligando o fato à Parada do Orgulho LGBT.

Na ocasião, o apresentador utilizou uma foto da modelo transexual Viviany Beleboni e afirmou que à população LGBTQUI+ era “lixo“, “bosta” e “raça desgraçada“. Além disso, ele chegou a dizer que os homossexuais estão arruinando a família brasileira”.

Após a toda a polêmica envolvendo a modelo trans, o Ministério Público, agora, avalia a prisão preventiva do apresentador, com base em uma ação movida pelo suplente de deputado e ativista LGBTQI+, Agripino Magalhães.

O documento de Agripino foi encaminhado ao órgão nesta última terça-feira (11), que será analisado pelo Ministério Público. A gota d’água para que o suplente resolvesse mover a ação, foi a atitude do jornalista de chamá-lo de “baitola“, durante o programa jornalístico.

Além disso, Sikêra ainda se referiu ao político como “safado”: Suplente de baitola, aquele safado do ventão, né? Ah, eu estou representando contra ele. Ô ventão vai dar o teu caneco pra lá”.

O pedido protocolado no Ministério Público diz que Sikêra Jr. profere “falas medíocres, muitas vezes desprovidas de veracidade, e às vezes enaltecendo pessoas assassinadas, que ele mesmo pecha como bandidos, facínoras, sem que exita um processo ou condenação”.

Confira o vídeo que causou  o pedido de prisão:


Jair Bolsonaro faz alerta importante ao Brasil: ‘problema sério pela frente’

Lula ganha de Bolsonaro no voto evangélico e resultado de pesquisa causa surpresa